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Ar seco, rinite atacada e garganta arranhando? Confira dicas para proteger seu sistema respiratório    

Quando o termômetro marca temperaturas mais baixas, a nossa primeira reação é pensar em gripes e resfriados. Mas a verdade é que o clima seco também é um grande vilão dessa estação.  Você já sentiu o nariz arder ao respirar, os olhos vermelhos ou aquela tosse chata que parece não ter motivo? Isso acontece porque o ar com baixa umidade age como uma "esponja", roubando a hidratação natural das nossas vias respiratórias e deixando o nosso corpo desprotegido contra poeira, ácaros e alergias.  Para te ajudar a passar por esse período com o nariz desentupido e a respiração leve, preparamos um guia prático. Confira!  O raio-X do tempo seco: o que ele faz com o seu corpo?  Nem todo desconforto nesta época significa que você pegou uma virose. O ar seco, por si só, pode causar:  Efeito deserto no nariz e garganta: Aquela sensação de que tudo está raspando ou irritado;  Ataque das "ites": O gatilho perfeito para crises de rinite, sinusite e asma;  Tosse seca e insistente: Que aparece do nada, principalmente à noite;  Olhos chorosos: Irritação, coceira e sensibilidade à luz;  Pequenos sustos: Sangramentos nasais leves devido ao ressecamento da pele interna do nariz.  O perigo das janelas fechadas: para fugir do vento frio, a gente tende a trancar a casa inteira. O problema é que, sem o ar circular, a poeira e os ácaros fazem a festa no mesmo ambiente, piorando qualquer alergia.  5 passos simples para proteger a sua respiração hoje  Mudar o clima lá fora é impossível, mas você pode transformar o ambiente dentro de casa e no trabalho com pequenas atitudes:  Beba água antes da sede chegar: Quando você sente sede, seu corpo já está desidratado. Deixe uma garrafinha sempre à vista na mesa de trabalho.  Faça do soro fisiológico seu melhor amigo: A lavagem nasal diária funciona como um "banho" interno. Ela limpa as impurezas e devolve a umidade que o nariz precisa para filtrar o ar.  Espalhe umidade pelos cômodos: Se não tiver um aparelho umidificador, bacias com água com segurança ou uma toalha úmida estendida no quarto na hora de dormir já ajudam a refrescar o ambiente.  Guerra contra o pó: Passe um pano úmido nos móveis e evite vassouras que levantam a poeira. Tapetes, cortinas e pelúcias merecem atenção redobrada nesta época.  Deixe a fumaça longe: Evite a exposição à fumaça de cigarro ou poluição pesada, que irritam ainda mais as vias aéreas que já estão sensíveis pelo clima.  Respire fundo, cuide de você!  O outono pode ser uma estação linda e super aconchegante se dermos ao nosso corpo o carinho e a hidratação que ele pede. Adotar esses hábitos é um gesto simples de autocuidado que faz toda a diferença no seu rendimento e no seu bem-estar.  Gostou das dicas? Que tal começar bebendo um copo de água agora mesmo? 😉  🔗 Fique por dentro de toda a nossa campanha:  Matéria 1: Xô, gripe! Saiba como se proteger dos vírus respiratórios e quando buscar atendimento.  Matéria 2: Xô, vírus! Vacina no braço, hábitos na rotina: como criar uma barreira de proteção. 

Atitude que protege: como criar uma barreira contra os vírus respiratórios 

No primeiro conteúdo da nossa campanha, nós vimos como as mudanças no clima fazem os vírus respiratórios circularem com mais intensidade. Mas a grande verdade é que nós não precisamos assistir a esse movimento de braços cruzados.  Existe uma receita simples para blindar o corpo e garantir que a rotina (em casa ou no trabalho) continue funcionando com toda a energia. Ela une duas forças: a imunização e as nossas escolhas do dia a dia.  Confira como montar o seu próprio escudo protetor para passar por essa temporada de frio com tranquilidade:  Força 1: A vacina é a sua proteção principal  Não existe forma mais eficaz de espalhar saúde do que manter a carteira de vacinação atualizada. As vacinas ensinam o nosso corpo a se defender e evitam que uma simples virose se transforme em algo sério. Conheça as principais aliadas do momento:  A vacina da Gripe (Influenza): É reformulada todo ano para combater os vírus que estão circulando de verdade no momento.  A vacina da Covid-19: Segue no calendário nacional de imunização para grupos prioritários e com esquemas de reforço periódicos indicados para manter a proteção em dia.  Novidade (vacina contra o VSR): O SUS agora oferece a vacina contra o vírus VSR para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez. Essa proteção é passada para o bebê, protegendo o recém-nascido contra a bronquiolite nos primeiros meses de vida.  Força 2: Seus hábitos completam a barreira  Os vírus respiratórios viajam nas gotículas que saem quando conversamos, tossimos ou espirramos. Eles também ficam em superfícies comuns como maçanetas, corrimãos e teclados.  Para cortar essa linha de contágio, veja como pequenos cuidados diários ajudam:  A regra do antebraço: Se o espirro ou a tosse vierem, cubra o rosto com a dobra do braço. Usar as mãos acaba espalhando o vírus para tudo o que você tocar depois.  Mãos limpas: Água, sabão e álcool em gel continuam sendo os maiores inimigos das viroses. Higienize as mãos sempre que mudar de ambiente.  Deixe o ar girar: Mesmo nos dias mais friozinhos, manter as janelas um pouco abertas faz com que o ar se renove, impedindo que os vírus fiquem concentrados.  Água para dentro: O ar seco diminui a umidade natural das vias respiratórias. Beber água constantemente mantém suas defesas naturais hidratadas.  Carinho extra com a respiração dos pequenos  Se você convive com crianças ou bebês, o cuidado ganha um toque a mais de atenção:  A partir dos 6 meses de idade, os bebês já podem receber a vacina contra a gripe.  A lavagem nasal diária com soro fisiológico limpa as impurezas e ajuda a criança a respirar muito melhor.  Evite levar os pequenos para lugares muito fechados e cheios de gente. Visitas a recém-nascidos devem acontecer apenas sem nenhum sintoma de resfriado. Um ato de gentileza coletiva  Quando escolhemos nos vacinar e adotamos esses cuidados, nós não estamos apenas cuidando da nossa própria saúde. Estamos protegendo os colegas de trabalho, os nossos pais idosos e as crianças ao nosso redor.  Fazer a nossa parte é criar um ambiente onde todo mundo respira com mais segurança. Que tal olhar a sua caderneta de vacinação hoje?  🔗 Fique por dentro de toda a nossa campanha:  Matéria 1: Xô, gripe! Saiba como se proteger dos vírus respiratórios e quando buscar atendimento. 

Doenças respiratórias: saiba como se proteger neste período do ano 

Quando os dias começam a ficar mais frios e secos, o nosso corpo sente a mudança. É justamente nessa época do ano que os vírus respiratórios circulam com mais facilidade, aumentando os casos de gripe, resfriados e Covid-19.   Esse cenário já acende um alerta em todo o país. O relatório do Ministério da Saúde, atualizado em 21 de maio, mostra que o número de pessoas que precisaram de internação por complicações respiratórias (as chamadas SRAG) subiu em 2026.  Até a metade de maio, foram registraram os seguintes números acumulados:  No Brasil inteiro: Já são 61.646 casos de problemas respiratórios graves que precisaram de internação e 2.541 mortes registradas no país.   Em Minas Gerais: O estado já soma 8.462 casos graves e 360 mortes.   Na Paraíba: O estado registra 1.797 casos respiratórios graves e 96 mortes.   Em Pernambuco: São 2.188 casos graves acumulados e 34 mortes.  Ficar de olho nesses números nos lembra da importância de focar na prevenção. Afinal, pequenas atitudes ajudam a frear o vírus e protegem quem a gente ama.  Conheça os vírus mais comuns e seus sintomas  Influenza (gripe): Chega derrubando, com febre, dores fortes no corpo, tosse, dor de garganta, muito cansaço e coriza.  Resfriado comum (rinovírus): É bem mais leve. Causa aquele incômodo de nariz entupido, espirros, dor de garganta de leve e uma febre baixinha.  Vírus Sincicial Respiratório (VSR): É muito comum em crianças pequenininhas. Provoca tosse, chiado no peito, coriza, febre e pode deixar a respiração cansada. É o principal causador de bronquiolite.  Covid-19: Pode dar febre, tosse, dor de garganta e aquela perda de olfato ou paladar, além de falta de ar nos casos mais sérios.  Lembrete: vacina boa é vacina no braço! Não importa se é contra Covid, gripe ou influenza, o importante é se proteger. 💉✨  Dica: nem tudo é gripe! O tempo seco também é o gatilho perfeito para crises de rinite, sinusite e bronquite. Elas têm sintomas parecidos, mas não passam de uma pessoa para outra. Mesmo assim, merecem carinho e tratamento. Atenção especial às crianças  Como o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento, bebês e crianças tendem a ser mais vulneráveis às complicações respiratórias. Procure avaliação médica se houver:  Febre em bebês menores de 3 meses;   Febre persistente;  Dificuldade para respirar ou respiração acelerada;   Recusa alimentar ou sinais de desidratação;   Sonolência excessiva ou irritabilidade intensa.  Atenção também aos idosos  Idosos fazem parte do grupo de maior risco para complicações respiratórias. Em caso de febre, tosse persistente ou dificuldade para respirar, é importante procurar orientação médica rapidamente.  Quando é hora de buscar ajuda profissional?  Se o quadro for leve, o segredo é repouso e muita água para hidratar. Mas se o corpo der sinais de que está pesado demais, saiba como agir:  Sinais para agendar uma consulta ou telemedicina:  Febre persistente;   Mal-estar intenso e dores fortes no corpo;  Dor de garganta importante ou tosse persistente;   Falta de apetite ou sinais de desidratação.  Saiba mais aqui sobre as diferentes formas de atendimento disponíveis para você e sua família.   Procure um pronto-socorro imediatamente em caso de:  Falta de ar;   Respiração curta, acelerada ou difícil;   Dor ou pressão intensa no peito;   Lábios ou extremidades arroxeadas;   Confusão mental ou tontura intensa;   Afundamento da pele entre as costelas ao respirar.  Proteção é um gesto de amor que começa em você  A boa notícia é que espalhar saúde é tão simples quanto adotar esses hábitos na rotina:  Higienize as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool em gel;   Cubra nariz e boca ao tossir ou espirrar;   Priorize ambientes ventilados;   Evite locais fechados e aglomerações ao apresentar sintomas respiratórios.  Cuidar da saúde também é prevenir. Proteja você e quem está ao seu redor! 💙 

Escolhas, tempo e autonomia: o que está por trás do planejamento familiar 

“Ser mãe e pai é um ato de amor e dedicação. Organizar e escolher o momento certo é uma forma de acolher seus desejos com responsabilidade.” Quando falamos em planejamento familiar, estamos falando de algo que vai muito além de métodos contraceptivos. Estamos falando sobre o seu direito de decidir, com liberdade e segurança, sobre a construção da sua família e o momento ideal para cada decisão.  Por que falar sobre isso agora?  Seja para receber o primeiro filho, os próximos, ou para decidir não ter, essas são escolhas que impactam nossa rotina e nossos projetos. Planejar é, acima de tudo, garantir que sua vontade seja respeitada, criando as condições necessárias para que você viva sua escolha com tranquilidade e segurança.  O planejamento familiar é o seu maior aliado para que todos os seus planos tenham o espaço que merecem. Ele garante que você tenha autonomia para:  Definir o seu caminho: decidir se quer ter filhos, se deseja aumentar a família, se prefere não ter ou avaliar o melhor momento, respeitando sempre o seu tempo.  Alinhar expectativas: avançar nos seus projetos de vida com muito mais previsibilidade e estabilidade.  Fortalecer a base: realizar planos como viagens, estudos ou novos investimentos, estruturando o estilo de vida que você deseja.  Garantir o seu bem-estar: respeitar seus limites e desejos, trazendo mais clareza e segurança para cada etapa.  Viver com presença: preparar o ambiente para receber quem virá ou para focar em si mesma com total liberdade.  Consolidar decisões: definir escolhas conscientes que fortalecem seus laços e sua saúde emocional.  Um olhar sobre a realidade: gravidez na adolescência  Escolher o momento certo é especialmente importante na juventude. Em 2024, segundo dados da Fundação Abrinq, mais de 273 mil bebês nasceram de mães adolescentes no Brasil, o que representa 11% dos nascimentos no país.  Esse cenário revela grandes disparidades regionais ligadas ao acesso à educação e à saúde, visto que a Região Norte apresenta a maior taxa do país, com 18,5% dos partos nessa faixa etária, ao passo que a Região Sul apresenta o índice mais baixo, registando 8,3%.  O diálogo em casa é a nossa melhor proteção. Conversar com os jovens, especialmente com os filhos, sobre o futuro e como uma gestação exige preparo emocional e financeiro é uma forma de “orientar hoje para proteger o futuro”.  Um leque de possibilidades para o seu momento  Para quem não quer um bebê agora  Existem diferentes formas de se cuidar e manter seus planos no caminho que você deseja:  Métodos de barreira (preservativos): essenciais em qualquer fase, pois são os únicos que protegem contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).  Métodos hormonais: pílulas e injetáveis. Eficazes, mas exigem disciplina e acompanhamento médico.  LARCs (longa duração): DIU (cobre ou hormonal) e Implante. São reversíveis, duram anos e não dependem de você lembrar de tomar todo dia.  Definitivos: vasectomia e laqueadura, para quem já completou seu planejamento familiar.  Para quem quer um bebê agora  Alguns cuidados ajudam a tornar essa fase mais segura e tranquila:  Acompanhamento médico: consultas pré-concepcionais ajudam a avaliar a saúde e orientar os próximos passos.  Exames e vacinas em dia: importantes para proteger você e o bebê desde o início.  Hábitos saudáveis: alimentação equilibrada, atividade física e redução de álcool e tabaco fazem diferença na fertilidade e na gestação.  Suplementação: o uso de vitaminas, quando indicado, contribui para o desenvolvimento saudável do bebê.  Engravidou. Quais os próximos passos?  O ideal é iniciar o pré-natal assim que descobrir a gestação. Esse acompanhamento é vital para garantir a segurança da mãe e do bebê.  Cuidado precoce: identifica e trata rapidamente condições como hipertensão e anemia.  Acompanhamento: garante o uso correto de suplementos e a realização de exames no tempo certo.  Prevenção: reduz riscos de complicações e parto prematuro.  Importante: Segundo a Fiocruz, a ausência de pré-natal aumenta significativamente o risco de anomalias e complicações.  Dê o primeiro passo: Marque sua consulta com o ginecologista ou acione sua Enfermeira de Referência pelo Olá Personal no app Stellantis Saúde. Esse cuidado logo no início faz toda a diferença para o seu pré-natal.  Temos uma rede pronta para apoiar suas escolhas:  Conte com o acolhimento da sua Equipe de Saúde para conversar abertamente sobre o seu momento. Eles estão prontos para te orientar em qualquer decisão, seja para seguir com a gestação, planejar o futuro ou entender suas opções.  Agenda Fácil: marque suas consultas de Ginecologia ou Clínica Médica direto pelo site ou app Stellantis Saúde.  Decisão a dois: se possível, leve seu parceiro ou parceira para a consulta. Decidir juntos fortalece o relacionamento.  Programa Vida Nova: acompanhamento de gestantes, puérperas e crianças até 5 anos, com cuidado e apoio em cada fase.  Auxílio Lactente (MG) e Auxílio Leite (PE/PB): apoio mensal para fórmula láctea destinado a mulheres titulares, conforme elegibilidade.  Programa Conte Comigo*: precisa de apoio emocional ou consultoria financeira para organizar a vida? Conte com esse suporte:  0800 773 5333 WhatsApp | 0800 795 1550 Atendimento presencial nas fábricas. Confira locais e horários no Hands On   *Elegível a empregados, estagiários e jovens aprendizes do grupo Stellantis e do Supplier Park do Polo Automotivo Stellantis Goiana, assim como a dependentes acima de 18 anos.  Lembre-se: planejar é um ato de cuidado com você, com quem você ama e com os novos capítulos que você escolher viver.  Dúvidas? Fale com a gente pelo Disque Saúde: 0800 770 0071  Seja qual for o seu objetivo, conte com a gente! ❤️ 

Reembolso: dicas rápidas para dar tudo certo 

*Para elegíveis ao Benefício Reembolso Na Stellantis Saúde, as formas de comprovação para solicitação de reembolso variam de acordo com o tipo de despesa:  Nota Fiscal: Geralmente emitida por clínicas, consultórios ou empresas (CNPJ) para atendimentos de saúde particulares.  Recibo Receita Saúde: Utilizado quando o atendimento particular é realizado por profissionais autônomos (pessoa física), que registram o documento diretamente no sistema da Receita Federal.  Cupom Fiscal: Utilizado exclusivamente para os casos de reembolso de, por exemplo, Reembolso Farmácia ou Reembolso Auxílio Lactente, não sendo aceito para comprovação de atendimentos particulares.  Neste conteúdo, vamos falar especialmente sobre o Recibo Receita Saúde, e quais dados são fundamentais que estejam no recibo para que ele seja aceito. A ausência de algum dado pode gerar negativas, retrabalho ou atrasos na análise do reembolso.  Para evitar esse tipo de situação, confira abaixo os critérios para envio do documento na solicitação de reembolso. O que não pode faltar no Recibo Receita Saúde:  1. Identificação obrigatória  Do paciente: Nome completo (sem abreviações) e CPF.  Do emissor (Clínica ou Profissional): Nome/Razão Social e CPF/CNPJ.  2. Dados do profissional responsável  Nome e registro no Conselho: Devem constar no documento.  Nota importante: Em Notas Fiscais emitidas por clínicas, se não houver um campo próprio, o nome do profissional e o número do registro (CRM, CRP etc.) devem ser inseridos obrigatoriamente no campo "Descrição dos Serviços".  Especialidade: Indicar a área de atuação do atendimento.  3. Detalhes do serviço prestado  Descrição detalhada e unitária: Listar cada procedimento individualmente (ex: 4 sessões de psicoterapia).  Local e data: Município do atendimento e data de emissão.  Assinatura e carimbo: Necessários para recibos físicos (em Notas Fiscais eletrônicas, a assinatura é digital).  4. Validação financeira  Valor total e unitário: Valor exato pago por cada sessão ou exame.  Registro no sistema: Identificação correta no sistema Receita Saúde.  Onde essas informações devem aparecer  No Recibo Receita Saúde não existe um campo específico para endereço ou município. Por isso, essas informações precisam ser solicitadas e preenchidas pelo profissional no campo “Data do atendimento e descrição”, que é editável. Nesse campo devem constar, por exemplo:  Descrição do serviço (ex.: sessão de psicoterapia, consulta médica)  Cidade onde ocorreu o atendimento  Antes de pedir o recibo  Ao solicitar o recibo, vale avisar o profissional que ele será usado para reembolso no plano de saúde e lembrar que a descrição do serviço e a cidade do atendimento não podem faltar.  Assim, você evita correções posteriores e reduz o risco de indeferimento do reembolso.  📌 Confira abaixo um exemplo de recibo correto e outro com informações incompletas: Correto ✅ Este recibo está correto e completo porque traz todas as informações obrigatórias para aprovação do reembolso, como endereço, descrição detalhada do serviço, número de sessões e valor unitário. Errado ❌ O recibo foi retido porque faltam o endereço do atendimento, a descrição do serviço, a quantidade de sessões e o valor de cada uma. Sem isso, o reembolso pode atrasar ou ser negado.

O que evitar, quando procurar atendimento e por que não se automedicar em caso de dengue, zika ou chikungunya

Ao sentir febre, dor no corpo e cansaço, é comum buscar alívio imediato. Mas, em casos de suspeita de Dengue, Zika ou Chikungunya, algumas escolhas podem não ajudar e até agravar o quadro.  Essas doenças são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e apresentam sintomas muito semelhantes, o que torna a avaliação médica indispensável para um diagnóstico seguro.  Como diferenciar os sintomas?  Embora parecidas, algumas características podem ajudar a identificar cada uma:  Dengue: Febre alta de início súbito, dor intensa no corpo e atrás dos olhos.  Chikungunya: Dores fortes nas articulações, que podem persistir por semanas ou meses. Zika: Febre mais baixa, manchas vermelhas (que podem causar coceira intensa) e vermelhidão nos olhos.  Ao notar os primeiros sintomas mencionados acima, busque orientação médica para garantir o diagnóstico e iniciar o acompanhamento.  Por que não se automedicar?  A automedicação é perigosa. Medicamentos comuns, como Aspirina (AAS) e anti-inflamatórios (como Ibuprofeno e Diclofenaco), são totalmente contraindicados, pois aumentam o risco de hemorragias. O tratamento principal é o repouso e a hidratação intensa, sempre com orientação profissional.  Saiba onde buscar cuidado  Para casos iniciais e orientações, a Stellantis Saúde oferece suporte de acordo com o seu plano:  Beneficiários dos Planos Stellantis Saúde: Podem contar com os Núcleos de Referência e utilizar a Demanda Espontânea (atendimento imediato, sem necessidade de agendamento). --> Saiba mais aqui  Planos sob gestão da Stellantis Saúde: Devem utilizar a Rede Referenciada de profissionais preparada para avaliar e indicar o melhor cuidado. Confira as opções na sua região:  --> Stellantis Saúde – Demais Regiões  Sinais de gravidade Se surgirem dores abdominais intensas, vômitos persistentes, tonturas ou sangramentos, procure um Pronto-Socorro da Rede Credenciada.  Cuidar da sua saúde começa com informação. Ao menor sinal de suspeita, evite a automedicação e procure orientação médica. 

Pesquisa de Satisfação 2025: Excelência comprovada por você!  

A evolução da Stellantis Saúde é guiada principalmente pela experiência de nossos beneficiários e beneficiárias na utilização dos serviços e no relacionamento com profissionais de atendimento e prestadores. Os números da Pesquisa de Satisfação 2025 (ano-base) confirmam que a escuta ativa reflete diretamente na nossa atuação em prol da qualidade do cuidado entregue.  Desempenho e aprovação geral  "Como você avalia seu plano de saúde?". A avaliação geral do plano é uma exigência técnica da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) que mede o nível de satisfação real de quem utiliza nossos serviços. Os números reafirmam nossa consistência e nos mantêm no patamar mais alto da categoria, a Zona de Excelência:  92% de aprovação em Pernambuco e Paraíba. 90% de aprovação em Minas Gerais.  Esse resultado confirma uma trajetória sólida, refletindo um padrão de cuidado que sustentamos ano após ano em toda a nossa operação.  Onde o cuidado foi mais efetivo? Verificando todos os quesitos avaliados por beneficiários e beneficiárias, na pesquisa da ANS, os pontos que foram melhores avaliados foram Atendimento Imediato e Atenção em Saúde Recebida, validando a eficácia do cuidado e acolhimento com nossos pacientes.  Além da assistência, a facilidade no acesso a informações e a agilidade digital para o envio de documentos tornaram a relação com o plano mais prática e menos burocrática.  Metodologia e transparência  A pesquisa é realizada anualmente:   A participação é selecionada de forma aleatória, garantindo uma segmentação segura com a participação de cada empresa do grupo que contam com os planos da Stellantis Saúde.   Pesquisa sigilosa, realizada por um instituto de pesquisa e auditada de forma independente.  Esse processo assegura que os dados representem com precisão e sigilo a opinião de titulares e dependentes, servindo de base para o aprimoramento contínuo dos nossos serviços.  A nota é excelente, mas o trabalho não para Estes indicadores são fundamentais para identificarmos onde o nosso cuidado pode evoluir ainda mais. A meta é garantir que a agilidade e a resolutividade validadas na pesquisa sejam o padrão em cada interação com a Stellantis Saúde.  Stellantis Saúde: qualidade validada por quem utiliza. ❤️ 
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