Stellantis Saúde - O elo entre você e seu bem-estar
VOCÊ ESTÁ EM
Minas Gerais
$noticia->post_title

Atitude que protege: como criar uma barreira contra os vírus respiratórios 

No primeiro conteúdo da nossa campanha, nós vimos como as mudanças no clima fazem os vírus respiratórios circularem com mais intensidade. Mas a grande verdade é que nós não precisamos assistir a esse movimento de braços cruzados.  Existe uma receita simples para blindar o corpo e garantir que a rotina (em casa ou no trabalho) continue funcionando com toda a energia. Ela une duas forças: a imunização e as nossas escolhas do dia a dia.  Confira como montar o seu próprio escudo protetor para passar por essa temporada de frio com tranquilidade:  Força 1: A vacina é a sua proteção principal  Não existe forma mais eficaz de espalhar saúde do que manter a carteira de vacinação atualizada. As vacinas ensinam o nosso corpo a se defender e evitam que uma simples virose se transforme em algo sério. Conheça as principais aliadas do momento:  A vacina da Gripe (Influenza): É reformulada todo ano para combater os vírus que estão circulando de verdade no momento.  A vacina da Covid-19: Segue no calendário nacional de imunização para grupos prioritários e com esquemas de reforço periódicos indicados para manter a proteção em dia.  Novidade (vacina contra o VSR): O SUS agora oferece a vacina contra o vírus VSR para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez. Essa proteção é passada para o bebê, protegendo o recém-nascido contra a bronquiolite nos primeiros meses de vida.  Força 2: Seus hábitos completam a barreira  Os vírus respiratórios viajam nas gotículas que saem quando conversamos, tossimos ou espirramos. Eles também ficam em superfícies comuns como maçanetas, corrimãos e teclados.  Para cortar essa linha de contágio, veja como pequenos cuidados diários ajudam:  A regra do antebraço: Se o espirro ou a tosse vierem, cubra o rosto com a dobra do braço. Usar as mãos acaba espalhando o vírus para tudo o que você tocar depois.  Mãos limpas: Água, sabão e álcool em gel continuam sendo os maiores inimigos das viroses. Higienize as mãos sempre que mudar de ambiente.  Deixe o ar girar: Mesmo nos dias mais friozinhos, manter as janelas um pouco abertas faz com que o ar se renove, impedindo que os vírus fiquem concentrados.  Água para dentro: O ar seco diminui a umidade natural das vias respiratórias. Beber água constantemente mantém suas defesas naturais hidratadas.  Carinho extra com a respiração dos pequenos  Se você convive com crianças ou bebês, o cuidado ganha um toque a mais de atenção:  A partir dos 6 meses de idade, os bebês já podem receber a vacina contra a gripe.  A lavagem nasal diária com soro fisiológico limpa as impurezas e ajuda a criança a respirar muito melhor.  Evite levar os pequenos para lugares muito fechados e cheios de gente. Visitas a recém-nascidos devem acontecer apenas sem nenhum sintoma de resfriado. Um ato de gentileza coletiva  Quando escolhemos nos vacinar e adotamos esses cuidados, nós não estamos apenas cuidando da nossa própria saúde. Estamos protegendo os colegas de trabalho, os nossos pais idosos e as crianças ao nosso redor.  Fazer a nossa parte é criar um ambiente onde todo mundo respira com mais segurança. Que tal olhar a sua caderneta de vacinação hoje?  🔗 Fique por dentro de toda a nossa campanha:  Matéria 1: Xô, gripe! Saiba como se proteger dos vírus respiratórios e quando buscar atendimento. 
$noticia->post_title

Doenças respiratórias: saiba como se proteger neste período do ano 

Quando os dias começam a ficar mais frios e secos, o nosso corpo sente a mudança. É justamente nessa época do ano que os vírus respiratórios circulam com mais facilidade, aumentando os casos de gripe, resfriados e Covid-19.   Esse cenário já acende um alerta em todo o país. O relatório do Ministério da Saúde, atualizado em 21 de maio, mostra que o número de pessoas que precisaram de internação por complicações respiratórias (as chamadas SRAG) subiu em 2026.  Até a metade de maio, foram registraram os seguintes números acumulados:  No Brasil inteiro: Já são 61.646 casos de problemas respiratórios graves que precisaram de internação e 2.541 mortes registradas no país.   Em Minas Gerais: O estado já soma 8.462 casos graves e 360 mortes.   Na Paraíba: O estado registra 1.797 casos respiratórios graves e 96 mortes.   Em Pernambuco: São 2.188 casos graves acumulados e 34 mortes.  Ficar de olho nesses números nos lembra da importância de focar na prevenção. Afinal, pequenas atitudes ajudam a frear o vírus e protegem quem a gente ama.  Conheça os vírus mais comuns e seus sintomas  Influenza (gripe): Chega derrubando, com febre, dores fortes no corpo, tosse, dor de garganta, muito cansaço e coriza.  Resfriado comum (rinovírus): É bem mais leve. Causa aquele incômodo de nariz entupido, espirros, dor de garganta de leve e uma febre baixinha.  Vírus Sincicial Respiratório (VSR): É muito comum em crianças pequenininhas. Provoca tosse, chiado no peito, coriza, febre e pode deixar a respiração cansada. É o principal causador de bronquiolite.  Covid-19: Pode dar febre, tosse, dor de garganta e aquela perda de olfato ou paladar, além de falta de ar nos casos mais sérios.  Lembrete: vacina boa é vacina no braço! Não importa se é contra Covid, gripe ou influenza, o importante é se proteger. 💉✨  Dica: nem tudo é gripe! O tempo seco também é o gatilho perfeito para crises de rinite, sinusite e bronquite. Elas têm sintomas parecidos, mas não passam de uma pessoa para outra. Mesmo assim, merecem carinho e tratamento. Atenção especial às crianças  Como o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento, bebês e crianças tendem a ser mais vulneráveis às complicações respiratórias. Procure avaliação médica se houver:  Febre em bebês menores de 3 meses;   Febre persistente;  Dificuldade para respirar ou respiração acelerada;   Recusa alimentar ou sinais de desidratação;   Sonolência excessiva ou irritabilidade intensa.  Atenção também aos idosos  Idosos fazem parte do grupo de maior risco para complicações respiratórias. Em caso de febre, tosse persistente ou dificuldade para respirar, é importante procurar orientação médica rapidamente.  Quando é hora de buscar ajuda profissional?  Se o quadro for leve, o segredo é repouso e muita água para hidratar. Mas se o corpo der sinais de que está pesado demais, saiba como agir:  Sinais para agendar uma consulta ou telemedicina:  Febre persistente;   Mal-estar intenso e dores fortes no corpo;  Dor de garganta importante ou tosse persistente;   Falta de apetite ou sinais de desidratação.  Saiba mais aqui sobre as diferentes formas de atendimento disponíveis para você e sua família.   Procure um pronto-socorro imediatamente em caso de:  Falta de ar;   Respiração curta, acelerada ou difícil;   Dor ou pressão intensa no peito;   Lábios ou extremidades arroxeadas;   Confusão mental ou tontura intensa;   Afundamento da pele entre as costelas ao respirar.  Proteção é um gesto de amor que começa em você  A boa notícia é que espalhar saúde é tão simples quanto adotar esses hábitos na rotina:  Higienize as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool em gel;   Cubra nariz e boca ao tossir ou espirrar;   Priorize ambientes ventilados;   Evite locais fechados e aglomerações ao apresentar sintomas respiratórios.  Cuidar da saúde também é prevenir. Proteja você e quem está ao seu redor! 💙 
Facebook Instagram Linkedin
REDE SOCIAL FCA SAÚDE
Razão Social: Fundação Fiat Saúde Bem Estar
Selo ANS
Selo ANS
Onde você está?