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Doenças respiratórias: saiba como se proteger neste período do ano 

Quando os dias começam a ficar mais frios e secos, o nosso corpo sente a mudança. É justamente nessa época do ano que os vírus respiratórios circulam com mais facilidade, aumentando os casos de gripe, resfriados e Covid-19.   Esse cenário já acende um alerta em todo o país. O relatório do Ministério da Saúde, atualizado em 21 de maio, mostra que o número de pessoas que precisaram de internação por complicações respiratórias (as chamadas SRAG) subiu em 2026.  Até a metade de maio, foram registraram os seguintes números acumulados:  No Brasil inteiro: Já são 61.646 casos de problemas respiratórios graves que precisaram de internação e 2.541 mortes registradas no país.   Em Minas Gerais: O estado já soma 8.462 casos graves e 360 mortes.   Na Paraíba: O estado registra 1.797 casos respiratórios graves e 96 mortes.   Em Pernambuco: São 2.188 casos graves acumulados e 34 mortes.  Ficar de olho nesses números nos lembra da importância de focar na prevenção. Afinal, pequenas atitudes ajudam a frear o vírus e protegem quem a gente ama.  Conheça os vírus mais comuns e seus sintomas  Influenza (gripe): Chega derrubando, com febre, dores fortes no corpo, tosse, dor de garganta, muito cansaço e coriza.  Resfriado comum (rinovírus): É bem mais leve. Causa aquele incômodo de nariz entupido, espirros, dor de garganta de leve e uma febre baixinha.  Vírus Sincicial Respiratório (VSR): É muito comum em crianças pequenininhas. Provoca tosse, chiado no peito, coriza, febre e pode deixar a respiração cansada. É o principal causador de bronquiolite.  Covid-19: Pode dar febre, tosse, dor de garganta e aquela perda de olfato ou paladar, além de falta de ar nos casos mais sérios.  Lembrete: vacina boa é vacina no braço! Não importa se é contra Covid, gripe ou influenza, o importante é se proteger. 💉✨  Dica: nem tudo é gripe! O tempo seco também é o gatilho perfeito para crises de rinite, sinusite e bronquite. Elas têm sintomas parecidos, mas não passam de uma pessoa para outra. Mesmo assim, merecem carinho e tratamento. Atenção especial às crianças  Como o sistema imunológico ainda está em desenvolvimento, bebês e crianças tendem a ser mais vulneráveis às complicações respiratórias. Procure avaliação médica se houver:  Febre em bebês menores de 3 meses;   Febre persistente;  Dificuldade para respirar ou respiração acelerada;   Recusa alimentar ou sinais de desidratação;   Sonolência excessiva ou irritabilidade intensa.  Atenção também aos idosos  Idosos fazem parte do grupo de maior risco para complicações respiratórias. Em caso de febre, tosse persistente ou dificuldade para respirar, é importante procurar orientação médica rapidamente.  Quando é hora de buscar ajuda profissional?  Se o quadro for leve, o segredo é repouso e muita água para hidratar. Mas se o corpo der sinais de que está pesado demais, saiba como agir:  Sinais para agendar uma consulta ou telemedicina:  Febre persistente;   Mal-estar intenso e dores fortes no corpo;  Dor de garganta importante ou tosse persistente;   Falta de apetite ou sinais de desidratação.  Saiba mais aqui sobre as diferentes formas de atendimento disponíveis para você e sua família.   Procure um pronto-socorro imediatamente em caso de:  Falta de ar;   Respiração curta, acelerada ou difícil;   Dor ou pressão intensa no peito;   Lábios ou extremidades arroxeadas;   Confusão mental ou tontura intensa;   Afundamento da pele entre as costelas ao respirar.  Proteção é um gesto de amor que começa em você  A boa notícia é que espalhar saúde é tão simples quanto adotar esses hábitos na rotina:  Higienize as mãos frequentemente com água e sabão ou álcool em gel;   Cubra nariz e boca ao tossir ou espirrar;   Priorize ambientes ventilados;   Evite locais fechados e aglomerações ao apresentar sintomas respiratórios.  Cuidar da saúde também é prevenir. Proteja você e quem está ao seu redor! 💙 
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Escolhas, tempo e autonomia: o que está por trás do planejamento familiar 

“Ser mãe e pai é um ato de amor e dedicação. Organizar e escolher o momento certo é uma forma de acolher seus desejos com responsabilidade.” Quando falamos em planejamento familiar, estamos falando de algo que vai muito além de métodos contraceptivos. Estamos falando sobre o seu direito de decidir, com liberdade e segurança, sobre a construção da sua família e o momento ideal para cada decisão.  Por que falar sobre isso agora?  Seja para receber o primeiro filho, os próximos, ou para decidir não ter, essas são escolhas que impactam nossa rotina e nossos projetos. Planejar é, acima de tudo, garantir que sua vontade seja respeitada, criando as condições necessárias para que você viva sua escolha com tranquilidade e segurança.  O planejamento familiar é o seu maior aliado para que todos os seus planos tenham o espaço que merecem. Ele garante que você tenha autonomia para:  Definir o seu caminho: decidir se quer ter filhos, se deseja aumentar a família, se prefere não ter ou avaliar o melhor momento, respeitando sempre o seu tempo.  Alinhar expectativas: avançar nos seus projetos de vida com muito mais previsibilidade e estabilidade.  Fortalecer a base: realizar planos como viagens, estudos ou novos investimentos, estruturando o estilo de vida que você deseja.  Garantir o seu bem-estar: respeitar seus limites e desejos, trazendo mais clareza e segurança para cada etapa.  Viver com presença: preparar o ambiente para receber quem virá ou para focar em si mesma com total liberdade.  Consolidar decisões: definir escolhas conscientes que fortalecem seus laços e sua saúde emocional.  Um olhar sobre a realidade: gravidez na adolescência  Escolher o momento certo é especialmente importante na juventude. Em 2024, segundo dados da Fundação Abrinq, mais de 273 mil bebês nasceram de mães adolescentes no Brasil, o que representa 11% dos nascimentos no país.  Esse cenário revela grandes disparidades regionais ligadas ao acesso à educação e à saúde, visto que a Região Norte apresenta a maior taxa do país, com 18,5% dos partos nessa faixa etária, ao passo que a Região Sul apresenta o índice mais baixo, registando 8,3%.  O diálogo em casa é a nossa melhor proteção. Conversar com os jovens, especialmente com os filhos, sobre o futuro e como uma gestação exige preparo emocional e financeiro é uma forma de “orientar hoje para proteger o futuro”.  Um leque de possibilidades para o seu momento  Para quem não quer um bebê agora  Existem diferentes formas de se cuidar e manter seus planos no caminho que você deseja:  Métodos de barreira (preservativos): essenciais em qualquer fase, pois são os únicos que protegem contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).  Métodos hormonais: pílulas e injetáveis. Eficazes, mas exigem disciplina e acompanhamento médico.  LARCs (longa duração): DIU (cobre ou hormonal) e Implante. São reversíveis, duram anos e não dependem de você lembrar de tomar todo dia.  Definitivos: vasectomia e laqueadura, para quem já completou seu planejamento familiar.  Para quem quer um bebê agora  Alguns cuidados ajudam a tornar essa fase mais segura e tranquila:  Acompanhamento médico: consultas pré-concepcionais ajudam a avaliar a saúde e orientar os próximos passos.  Exames e vacinas em dia: importantes para proteger você e o bebê desde o início.  Hábitos saudáveis: alimentação equilibrada, atividade física e redução de álcool e tabaco fazem diferença na fertilidade e na gestação.  Suplementação: o uso de vitaminas, quando indicado, contribui para o desenvolvimento saudável do bebê.  Engravidou. Quais os próximos passos?  O ideal é iniciar o pré-natal assim que descobrir a gestação. Esse acompanhamento é vital para garantir a segurança da mãe e do bebê.  Cuidado precoce: identifica e trata rapidamente condições como hipertensão e anemia.  Acompanhamento: garante o uso correto de suplementos e a realização de exames no tempo certo.  Prevenção: reduz riscos de complicações e parto prematuro.  Importante: Segundo a Fiocruz, a ausência de pré-natal aumenta significativamente o risco de anomalias e complicações.  Dê o primeiro passo: Marque sua consulta com o ginecologista ou acione sua Enfermeira de Referência pelo Olá Personal no app Stellantis Saúde. Esse cuidado logo no início faz toda a diferença para o seu pré-natal.  Temos uma rede pronta para apoiar suas escolhas:  Conte com o acolhimento da sua Equipe de Saúde para conversar abertamente sobre o seu momento. Eles estão prontos para te orientar em qualquer decisão, seja para seguir com a gestação, planejar o futuro ou entender suas opções.  Agenda Fácil: marque suas consultas de Ginecologia ou Clínica Médica direto pelo site ou app Stellantis Saúde.  Decisão a dois: se possível, leve seu parceiro ou parceira para a consulta. Decidir juntos fortalece o relacionamento.  Programa Vida Nova: acompanhamento de gestantes, puérperas e crianças até 5 anos, com cuidado e apoio em cada fase.  Auxílio Lactente (MG) e Auxílio Leite (PE/PB): apoio mensal para fórmula láctea destinado a mulheres titulares, conforme elegibilidade.  Programa Conte Comigo*: precisa de apoio emocional ou consultoria financeira para organizar a vida? Conte com esse suporte:  0800 773 5333 WhatsApp | 0800 795 1550 Atendimento presencial nas fábricas. Confira locais e horários no Hands On   *Elegível a empregados, estagiários e jovens aprendizes do grupo Stellantis e do Supplier Park do Polo Automotivo Stellantis Goiana, assim como a dependentes acima de 18 anos.  Lembre-se: planejar é um ato de cuidado com você, com quem você ama e com os novos capítulos que você escolher viver.  Dúvidas? Fale com a gente pelo Disque Saúde: 0800 770 0071  Seja qual for o seu objetivo, conte com a gente! ❤️ 
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Reembolso: dicas rápidas para dar tudo certo 

*Para elegíveis ao Benefício Reembolso Na Stellantis Saúde, as formas de comprovação para solicitação de reembolso variam de acordo com o tipo de despesa:  Nota Fiscal: Geralmente emitida por clínicas, consultórios ou empresas (CNPJ) para atendimentos de saúde particulares.  Recibo Receita Saúde: Utilizado quando o atendimento particular é realizado por profissionais autônomos (pessoa física), que registram o documento diretamente no sistema da Receita Federal.  Cupom Fiscal: Utilizado exclusivamente para os casos de reembolso de, por exemplo, Reembolso Farmácia ou Reembolso Auxílio Lactente, não sendo aceito para comprovação de atendimentos particulares.  Neste conteúdo, vamos falar especialmente sobre o Recibo Receita Saúde, e quais dados são fundamentais que estejam no recibo para que ele seja aceito. A ausência de algum dado pode gerar negativas, retrabalho ou atrasos na análise do reembolso.  Para evitar esse tipo de situação, confira abaixo os critérios para envio do documento na solicitação de reembolso. O que não pode faltar no Recibo Receita Saúde:  1. Identificação obrigatória  Do paciente: Nome completo (sem abreviações) e CPF.  Do emissor (Clínica ou Profissional): Nome/Razão Social e CPF/CNPJ.  2. Dados do profissional responsável  Nome e registro no Conselho: Devem constar no documento.  Nota importante: Em Notas Fiscais emitidas por clínicas, se não houver um campo próprio, o nome do profissional e o número do registro (CRM, CRP etc.) devem ser inseridos obrigatoriamente no campo "Descrição dos Serviços".  Especialidade: Indicar a área de atuação do atendimento.  3. Detalhes do serviço prestado  Descrição detalhada e unitária: Listar cada procedimento individualmente (ex: 4 sessões de psicoterapia).  Local e data: Município do atendimento e data de emissão.  Assinatura e carimbo: Necessários para recibos físicos (em Notas Fiscais eletrônicas, a assinatura é digital).  4. Validação financeira  Valor total e unitário: Valor exato pago por cada sessão ou exame.  Registro no sistema: Identificação correta no sistema Receita Saúde.  Onde essas informações devem aparecer  No Recibo Receita Saúde não existe um campo específico para endereço ou município. Por isso, essas informações precisam ser solicitadas e preenchidas pelo profissional no campo “Data do atendimento e descrição”, que é editável. Nesse campo devem constar, por exemplo:  Descrição do serviço (ex.: sessão de psicoterapia, consulta médica)  Cidade onde ocorreu o atendimento  Antes de pedir o recibo  Ao solicitar o recibo, vale avisar o profissional que ele será usado para reembolso no plano de saúde e lembrar que a descrição do serviço e a cidade do atendimento não podem faltar.  Assim, você evita correções posteriores e reduz o risco de indeferimento do reembolso.  📌 Confira abaixo um exemplo de recibo correto e outro com informações incompletas: Correto ✅ Este recibo está correto e completo porque traz todas as informações obrigatórias para aprovação do reembolso, como endereço, descrição detalhada do serviço, número de sessões e valor unitário. Errado ❌ O recibo foi retido porque faltam o endereço do atendimento, a descrição do serviço, a quantidade de sessões e o valor de cada uma. Sem isso, o reembolso pode atrasar ou ser negado.
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